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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Bona: Edis da Zona Costeira do Centro e Norte do país partilham experiências sobre mudanças climáticas.

Quatro edis da zona  Centro e Norte do País participam desde a passada terça-feira(2), no 8º Forum Mundial sobre Resiliência Urbana. Trata-se dos edis das cidades costeiras de Quelimane, Ilha de Moçambique, Pemba e Mocimboa da Praia.

A conferência que decorre em todos os anos na cidade alemã de Bona reúne mais de 300 edis, pesquisadores e parceiros de cooperação. Tem como objectivo  partilhar  experiências e melhorar o nível de conhecimentos sobre resiliência urbana e adaptação climática.

Na abertura do evento, o Presidente do Município de Bona, que também é co-patrono do evento,  Ashok-Alexander Sridharan recordou que desde 2010 o congresso sobre resiliência urbana tem sido uma plataforma valiosa para líderes urbanos, pesquisadores e agências implementadoras, pois tem sido o local de excelência para a concertação de ideias e estratégias de advocacia de assuntos urbanos que posteriormente são levados para outros foruns internacionais.

Por sua vez a Secretaria Executiva das Nações Unidas para a Plataforma da Convenção sobre Mudanças Climáticas, Patrícia Espinosa, co-patrona do evento afirmou que estava positivamente impressionada pela qualidade e diversidade, não só dos participantes mas também dos painéis de discussão. 

Para Espinosa, o congresso é uma fonte de inspiração para a implementação dos Acordos sobre Mudanças Climáticas de Paris, dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e da Plataforma de Redução de Riscos de Desastres.

Sendai citou como prova, os casos da agricultura urbana em 120 escolas da Cidade de Belo Horizonte no Brasil, a experiência da cidade de Iloilo nas Filipinas
que usam métodos inovadores para seguro de farmeiros, o caso do Plano Cloudburst de Gestão de Copenhaga, o caso das actividades de adaptação de Acra, Ghana entre outros.

Por sua vez, o edil de Quelimane, Manuel de Araújo, em representação da delegação moçambicana, apresentou a experiência da Cidade de Quelimane na organização do transporte urbano (uso de bicicletas), apoio e criação da Associação dos Taxistas de Bicicletas da Zambézia (ATAMOZ), a formação de grupos de aviso prévio nos bairros, a criação de zonas de reserva ambiental, o plantio de mangais, a criação de mapas de vulnerabilidades, construção de casas resilientes, a transformação de lixo em adubo (compostagem) e a transformação de resíduos sólidos em bio gás, a limpeza e construção de valas de drenagem através do projecto de apoio a Acção Social do Banco Mundial como exemplo de medidas que estão a ser tomadas pelo Município de Quelimane.

A participação dos edis é apoiada pelo projecto de Adaptação as Mudanças Climáticas, financiado pela USAID e implementado pela Chemonics. 

sábado, 22 de abril de 2017

Carnaval do Brilhante: Vinte e oito grupos disputam principais títulos

Os 28 grupos inscritos no Carnaval do Brilhante 2017, disputam pelos títulos de melhor grupo dos bairros, melhor grupo entre as empresas, melhor mascarado, título de rei e rainha 2017.


A festa que milhares de pessoas assistem na capital zambeziana, é considerada como o maior e o melhor carnaval de rua em todo Moçambique.


O estilo de dança samba domina as apresentações deste que é o segundo dia do carnaval em Quelimane, com grupos totalmente organizados como previstos.

Grupos de foliões de bairros e empresas, mascarrados, pares de rei e rainha manifestam sua alegria através da dança e expressões vibrantes para convencer o jurado a classificá-los da melhor forma possível.  

Para a conquista do título, os 22 pares extraídos dos grupos foliões de bairros, cada um destes, promete trazer para os espectadores presentes, muita vivacidade, brilho e alegria durante a competição carnavalesca, fazendo tudo para convencer o jurado de forma merecedora.

“Sabemos que o jurado vai ser bastante rigoroso, dai que nós somos obrigados a levar o samba para o palco com muito rigor e inovação, porque acima de tudo queremos que depois do carnaval os nossos nomes fiquem gravados na lista de reis e rainhas”- disse Junquiro Bequimane, membro do grupo Sambas do Piloto.

Adiante, a rainha do grupo Acordos de Lusaka, Chaquila António, disse que durante o carnaval a competição deve ser vista como uma das melhores diversões, dignificando que entre os grupos transparece mais irmandade do que propriamente adversário. Nércia Francisco, rainha da Academia Samba 3 de Fevereiro, secundou a ideia afirmando que a alegria deve tomar conta de todos durante o carnaval, mas que deve se divertir tendo em conta o título de rei e rainha.

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